Revisado por médico. Conteúdo produzido pela equipe editorial Cirurgia de Mohs e revisado por médico dermatologista com formação em cirurgia micrográfica de Mohs. Este portal é independente: não realiza consultas, não agenda cirurgias e não responde dúvidas clínicas individuais.
Imagem · sobre-01 · Ilustração editorial de uma mesa de redação com laudos, lupa e microscópio estilizados, sem pessoas identificáveis
alt: “Equipe editorial do portal Cirurgia de Mohs sobre câncer de pele e cirurgia de Mohs” · 1600 px de largura · sobre-01-equipe-editorial-do-portal-cirurgia-de-mohs-sobre-cancer-de-.webp
Por que este portal existe
O câncer de pele é o câncer mais frequente do Brasil e o Nordeste, com sol forte o ano inteiro, concentra uma parcela importante dos casos. Apesar disso, quem recebe um diagnóstico de carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular ou melanoma encontra pouca informação em português que explique, com profundidade e sem promessas, o que o laudo significa, quais são os tratamentos e quando a cirurgia de Mohs faz diferença. Para o médico que precisa encaminhar, faltam critérios objetivos reunidos em um só lugar. Este portal foi criado para ocupar esse espaço: ser a referência de informação sobre cirurgia de Mohs e câncer de pele para o Nordeste.
O que este portal não é
Não somos uma clínica e não prestamos atendimento médico. Não agendamos consultas nem cirurgias, não fazemos avaliação de lesões por fotos e não respondemos dúvidas clínicas individuais. O conteúdo tem caráter educativo e não substitui a consulta com um médico. Se você tem uma lesão suspeita ou um laudo de biópsia em mãos, procure um dermatologista; se o laudo indica um tumor de alto risco, procure um serviço de cirurgia de Mohs. As páginas regionais ajudam a entender onde a técnica está disponível.
Quem produz o conteúdo
O conteúdo é escrito pela equipe editorial Cirurgia de Mohs, formada por redatores especializados em saúde, a partir de diretrizes clínicas, estudos publicados e materiais das sociedades médicas. Cada texto sobre diagnóstico, tratamento ou recuperação é revisado por médico dermatologista com formação em cirurgia micrográfica de Mohs antes de ser publicado e sempre que é atualizado. O portal é independente e a revisão médica não implica vínculo comercial entre o revisor e os serviços eventualmente indicados.
Como produzimos e revisamos
Cada página passa por quatro etapas. Primeiro, a pesquisa: reunimos as diretrizes vigentes (NCCN para carcinoma basocelular e espinocelular, critérios de uso apropriado da cirurgia de Mohs de 2012, consensos da Sociedade Brasileira de Dermatologia e do INCA) e os estudos citados nas referências. Segundo, a redação, em linguagem clara para pacientes e em tom clínico para a área médica. Terceiro, a revisão médica, que confere a exatidão das informações, os números citados e a adequação das recomendações à prática brasileira. Quarto, a atualização: as páginas trazem data de publicação e de última revisão, e as páginas principais são revistas ao menos uma vez por semestre.
Fontes que usamos
Priorizamos diretrizes de sociedades médicas, revisões sistemáticas e ensaios clínicos publicados em revistas com revisão por pares, além de dados oficiais de incidência do INCA. Os artigos técnicos trazem referências numeradas ao final. Nos textos para pacientes, citamos a fonte no próprio parágrafo quando o dado é específico, como taxas de cura ou distâncias. Não usamos depoimentos de pacientes nem fotos de resultados, e não publicamos conteúdo patrocinado disfarçado de editorial.
Como indicamos médicos e serviços
Em alguns conteúdos, o portal indica médicos ou serviços que realizam cirurgia de Mohs. As indicações aparecem identificadas como tal, no fim do texto ou em espaço próprio, e seguem critérios objetivos: formação formal em cirurgia micrográfica de Mohs, com registro de qualificação de especialista (RQE) em Dermatologia ou área afim; serviço com laboratório de congelação anexo à sala cirúrgica; leitura das lâminas pelo próprio cirurgião; e atuação nos estados cobertos pelo portal. A lista é construída aos poucos e não pretende ser exaustiva. Se houver relação comercial entre o portal e um serviço indicado, ela é declarada junto à indicação. Indicar um médico não é uma recomendação para o seu caso específico: a decisão sobre o tratamento cabe a você e ao médico que examinar a lesão.
Cobertura regional
O portal cobre seis estados: Ceará, Piauí, Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Para cada um, mantemos uma página com a situação da oferta de cirurgia de Mohs, as distâncias até o serviço mais próximo e as dúvidas mais comuns de quem mora lá. Fortaleza e Recife concentram os serviços da região, e Fortaleza é a referência mais próxima para o Piauí, o Maranhão e o interior do Ceará. Veja Cirurgia de Mohs no Nordeste.
Conformidade e publicidade médica
Seguimos a Resolução CFM nº 2.336/2023 sobre publicidade médica: não prometemos cura, não usamos superlativos como "melhor" ou "único", não publicamos fotos de pacientes identificáveis e informamos a qualificação dos médicos apenas quando há RQE. Dados pessoais enviados à redação são tratados conforme a Política de Privacidade.
Fale com a redação
Correções, sugestões de pauta, informação sobre novos serviços de Mohs nos estados cobertos e pedidos de imprensa podem ser enviados pela página Fale com a redação do Cirurgia de Mohs. Não respondemos dúvidas clínicas individuais.
Perguntas frequentes
O portal pertence a algum médico ou clínica?
Não. O Cirurgia de Mohs é um portal editorial independente. O conteúdo é revisado por médico, mas o revisor não é dono do portal e o portal não presta atendimento.
Posso enviar fotos de uma lesão para avaliação?
Não. O portal não avalia lesões nem responde dúvidas clínicas. Procure um dermatologista; se preferir, use as páginas regionais para entender onde a cirurgia de Mohs está disponível no seu estado.
Como um médico ou serviço pode ser indicado no portal?
Escreva para a redação com formação em cirurgia de Mohs, RQE, estrutura do serviço (laboratório anexo, quem lê as lâminas) e cidade de atuação. A equipe verifica os critérios descritos acima antes de qualquer indicação.
O conteúdo substitui a consulta médica?
Não. Todo o conteúdo tem caráter educativo. Diagnóstico e tratamento dependem de exame clínico e, em geral, de biópsia.
